terça-feira, 30 de setembro de 2008

Série "Banheiros Curitibanos" - Chef Vergé Café

O Chef Vergé surgiu como uma sanduicheria especializada em croissants e, na minha modesta opinião, se deu muito bem na área. Não sei se os croissants originais franceses são feitos da mesma maneira (duvido), mas o que você consegue lá é um sanduíche muito macio e gostoso, então pra mim tá valendo.

Com o tempo, eles passaram a servir os sanduíches também em pão ciabatta e baguette, o que para algumas pessoas é ótimo. Eu, particularmente, ainda gosto mais do pãozinho de croissant. Acho mais macio.

Eles servem também saladas, as quais comi poucas vezes mas não porque não fossem boas. E os sucos... ah, os sucos são um arraso. Mais de uma vez passei lá para pedir só o suco, quando minha comida vinha de outro estabelecimento (shoppings são um terror... opções demais!).

Mais recentemente, foi aberto o Chef Vergé Café (que não está no shopping, ufa!), onde são servidos diversos tipos de cafés, cappuccinos, mochas e etc, além do cardápio normal, e também alguns outros pratos com mais... como diria... sustância. As saladas que comi ali, diferentes daquelas do ponto no shopping, são cavalas de grandes e muito mais elaboradas, assim como os pratos, doces e salgados, exclusivos do Café.

Tudo isso para falar do banheiro da casa. É, eu gosto de uma ambientação.

Seguem, mais uma vez, as regras do jogo.

Regras:

Dependendo do tamanho, do movimento da casa e da situação estrutural do sanitário, podemos classificar em:

1) Número 1 e 2 com tranqüilidade e sossego
2) Número 1 OK; e 2 só em situações de urgência máxima
3) Número 1 com tranqüilidade
4) Só para o número 1 em situação de urgência - e sem encostar em nada
O banheiro do Chef Vergé Café é bem bonitinho, tem um hallzinho principal e outro separado para o uso do banheiro feminino. Sim, eles sabem que mulheres são fresquinhas. hehe

Classifico como grau 1.5, e estou começando a achar que a grande maioria dos estabelecimentos em Curitiba terá o mesmo destino... afinal de contas, não está muito fácil encontrar por aqui um banheiro com mais de um vaso para cada sexo (não esse sexo, seu pervertido!). Ou então vou começar a achar que o negócio é fazer o que tiver que fazer com tranquilidade. Quem estiver apertado que espere.

Disclaimer (em inglês porque não lembro agora como é em portuga. E assim também fica mais chique (ui!) hehe):
Não sou jornalista nem crítica, não faço pesquisa sobre o estabelecimento antes de escrever sobre ele. Não sei há quanto tempo o Chef Vergé existe, muito menos o Café. Não sei quem é o dono nem que tipo de pesquisa ele fez antes de abrir a casa. O máximo que faço é entrar no site e dar uma olhadinha para poder passar o serviço (telefone e endereço), que diga-se de passagem não tinha neste, pois está em desenvolvimento. Escrevo sobre as comidinhas que comi, e para isso não preciso ser especialista de tipo algum.

*Obs.: Se passei aqui alguma informação errada sobre o estabelecimento e você sabe do que está falando, pode dar o puxão de orelha. Eu aceito, resignada, e limpo a maionese do pé.

*P.S.: Se você sabe o serviço da parada, manda aí que eu publico.

Se quiser contribuir, é só apitar! E se você não for de Curitiba nem de São Paulo, crie também a sua série!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Chapéus: Para aqueles dias em que você devia ter ficado em casa...

... usando ceroulas, cobertor, pipoca e um bom filme. Mas o gatinho queria sair, né, fazer o quê...

Eu tinha um outro chapeuzinho desses, era um pouco menor e mais bonitinho. Mas minha ex-cã roeu a borda inteira, e eu acabei tendo que achar outro. Snif.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Fotos que não merecem comentários

Hã... realmente. Sem comentários.

Isto é um brinquedo para crianças (existe uma série).
Não recomendável para menores de 3 anos (???)

O nosso presidente.
Preciso comentar?

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Livros bons a gente recomenda, livros ruins a gente esculacha

Não sou do tipo de pessoa que abandona um livro na metade. Concedo o benefício da dúvida até ter passado uma quantidade razoável de páginas, e então sempre acho que "Já que estou aqui, vou até o fim". Para que eu abandone um livro na metade ele tem que ser muito, mas muito chato.

Também não sou do tipo que lê 100 páginas por dia. Talvez fosse se tivesse tempo, coisa que não acontece já nem sei desde quando. Leio algumas páginas na cama, antes de dormir, até que o sono leve a melhor.

Deixo na cabeceira da minha cama os livros que estou lendo no momento, e não leio mais do que 2 ao mesmo tempo. Preferencialmente leio um só, mas às vezes a vontade de começar o outro é maior do que a minha força de vontade de não fazê-lo.

No começo deste ano (2008) decidi que este seria um ano de leituras - e tem sido. Minha meta era ler pelo menos um livro por mês e tenho conseguido, ainda que com um pouco de flexibilidade dependendo do número de páginas - às vezes mais, às vezes menos.

Isto posto, quero dizer que este livro está na minha cabeceira desde... hã... o começo do ano. Foi um dos primeiros livros que comprei desde a resolução, se não o primeiro. E não o deixei de lado, comecei a ler logo após a compra.

Não sou grande avaliadora de livros, e compreendo que este é (supostamente) um livro (semi-)técnico, mas acredito que todo escritor deve ter um mínimo de noção de como manter o leitor interessado. Livros técnicos são chatos por natureza, e este se propôs a não ser assim.

Falhou terrivelmente.

Já fiquei na dúvida quando li o prefácio, no qual o autor (do prefácio, é claro) diz que leu e releu o livro para ter certeza de que queria endossá-lo. Isso não é coisa que se coloque em prefácio, por mais respeito que se tenha pela pessoa que o escreve. Já perde pontos na entrada.

Final das contas, o corpo, falecido, está abandonado há meses na cabeceira oposta à minha, de onde será brevemente realocado para uma estante daquelas bem altas, onde ficam os livros que a gente já leu e não vai ler novamente. Ou, como é o caso, nunca leu nem tem interesse de ler.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Água pura my ass

Um amigo de uma amiga de uma amiga, que trabalha na Ouro Fino, disse pra ela:

"Quando estiver grávida ou amamentando, jamais beba água Ouro Fino. Devido à quantidade de químicos utilizados, nada nasce ao redor dos tanques de armazenagem."

Na verdade, isso deve valer para todas as águas engarrafadas. A água da Sanepar, aquela que sai da sua torneirinha, também é carregada de químicos. Eu, particularmente, não confio em água mineral nem torneiral. Meu negócio é filtro, mesmo.

Que meda.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Série "Banheiros Curitibanos" - Fran's Café

O Fran's Café e um dos poucos estabelecimentos em Curitiba que ficam abertos 24 horas.

O ambiente é gostoso, mas ainda que a área de fumantes seja separada (por uma parede imaginária, diga-se de passagem) a fumaça às vezes incomoda um pouco. Serve umas massinhas gostosas, umas sopas Campbell's no pão (ou não), uns sanduichinhos e salgados ótimos e uns shakes de café excelentes (essa última parte de acordo com o Ale, já que eu não bebo café).

Regras:

Dependendo do tamanho, do movimento da casa e da situação estrutural do sanitário, podemos classificar em:

1) Número 1 e 2 com tranqüilidade e sossego
2) Número 1 OK; e 2 só em situações de urgência máxima
3) Número 1 com tranqüilidade
4) Só para o número 1 em situação de urgência - e sem encostar em nada
O banheiro do Fran's eu classifico como grau 1.5 - em outras palavras, número 1 com tranquilidade e número 2 com um pouquinho de pressa, ainda que não seja caso de urgência. Apesar de só haver um vaso feminino e um masculino, o movimento da casa é tranquilo então não precisa ficar desesperado, só não se acomode e comece a ler uma revista. O sistema de exaustão também é muito bom, o que é uma preocupação a menos!

Hall de entrada

Cubículo feminino

* Se quiser contribuir, é só apitar! E se você não for de Curitiba nem de São Paulo, crie também a sua série!

Serviço:
Fran's Café
R. Dr. Carlos de Carvalho, 1262
Praça da Espanha, Batel
Fone: (41) 3018-7049

Se quiser contribuir, é só apitar! E se você não for de Curitiba nem de São Paulo, crie também a sua série!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Chapéus: Para dias quentes e ensolarados

Algumas coisas vão chegando de mansinho e você só percebe o que está acontecendo quando a dor de cabeça já está insuportável. Luz muito fraca, um zumbido baixinho, sol na cabeça.

Dia desses eu estava na feirinha do Largo andando contra o sol... mesmo de óculos escuros, aquilo estava me incomodando horrores. Eu tenho super-hiper-ultra sensibilidade à luz (também conhecida como fotofobia). Não deu outra - parei em uma banquinha de bonés e comprei esse.

Achei ele lindinho, não tem aquele formato malaco padrão e tem uma estampa simples, básica, em cores neutras. Amei. Tá certo que de cabelo preso e óculos escuros eu acabo parecendo uma malaca de qualquer jeito, mas tô nem aí... rsrsrs

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Vai uma gasosa aí?

Eu não bebo álcool. Nunca bebi, nunca gostei. Não é por filosofia não, é por gosto mesmo. Da primeira vez que coloquei uma bebida alcoólica na boca (provavelmente cerveja) achei aquilo horrível. Devo ter tentado umas duas outras vezes, mas o resultado era sempre o mesmo e cheguei à conclusão de que não seria muito inteligente continuar tentando beber algo tão claramente ruim.

Lembro de quando saía à noite com as amigas, eu as fazia beber Chocomilk nos botecos! hehehe só eu mesmo. Vira e mexe aparecia no Novak em pleno inverno com uma casquinha de sorvete (geralmente de flocos) na mão. Tá, eu era (era?) meio fora da casinha mesmo. Não importa.

Dia desses veio meu irmão contar a história que um amigo dele conta que o amigo dele conta que o pai dele contou. Não entendeu? Vou desenhar.

Sacou?

Então, o cara (o pai do amigo do amigo do brodinho, que é o protagonista aqui) tava num boteco, altamente mamado, e saca a gata igualmente mamada do outro lado do boteco.

Nisso ele chega pra ela e diz "Belos sapatos. Bora foder?"

Reza a lenda que ela foi - mas tenha em mente que é contada pelo protagonista, ou seja, de fonte duvidosa.

Não duvido que tenha ido. Sou altamente a favor da igualdade dos sexos e talz, mas se dê o direito de pelo menos exigir uma cantada decente.

É por isso e nessas horas que eu pergunto:

"Vai uma gasosa aí?

(Mas toma da Cini que é mais gostosa)
.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A delicada Emmy Rossum

Já escrevi algumas resenhas sobre shows e álbuns que eram quase profiláticas, mas este não é o caso. :)
Deixo aqui apenas a dica de uma cantora que conheci recentemente:
Emmy Rossum.
"Inside Out" é o nome do seu CD de estréia, lançado em 2007.
Músicas agradáveis, bons arranjos e uma bela voz.
Rossum canta desde criança, já participou de diversas óperas e atuou em vários filmes.
Tenho ouvido o som da moça durante minhas caminhadas pela rua. Descobri que é uma boa forma de desligar a mente do caos urbano que é Curitiba hoje em dia...



Aqui o link para o vídeo "Slow Me Down", gravado em Paris:
http://www.youtube.com/watch?v=C0eGe-VV7I8

Site oficial:
http://www.emmyrossum.com

Ah! Não é apenas mais um "rostinho bonitinho".
Ela sabe cantar de verdade.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Embalagens e Photoshop

Tava olhando o cardápio novo do Fran's Café. Está lindo, um charme só. As fotos dos cardápios de lá sempre foram de dar água na boca. Daí vc começa a reparar como o verde do alface está verde, o vermelho do tomate está vermelho, o laranja da cenoura está laranja. Sim, dá-lhe Photoshop.

Comprei esses dias o preparado para cappuccino da Melitta, o Puccino. Já comprei o tradicional e o de chocolate juntos, quem me conhece sabe que isso é normal. Não sei comprar uma coisa só, tenho sempre que ser mégalo.

Hoje, com as duas embalagens na mesa, é que fui reparar. Meu, os caras não se dão nem ao trabalho de bater uma foto nova para colocar na embalagem nova. Até a fumacinha é a mesma! Isso não te faz sentir enganado? (e olha que eu mesma uso o Photoshop diariamente...)

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Série "Banheiros Curitibanos" - Bella Banoffi

A Juliana Vilas, do Urblog, teve a excelente idéia de criar uma série sobre banheiros de cafés, restaurantes, bares, enfim todos aqueles lugares onde uma hora ou outra a gente vai precisar usar. Infelizmente não posso participar, já que a série envolve os banheiros de São Paulo e eu moro em Curitiba.

Mas como gostei tanto da idéia, resolvi fazer a mesma série aqui em Curitiba mesmo.

Uso as regras que ela criou (para poder colaborar mesmo que à distância) e vou mantê-la atualizada dos meus posts relacionados com a série.

Regras:

Dependendo do tamanho, do movimento da casa e da situação estrutural do sanitário, podemos classificar em:

1) Número 1 e 2 com tranqüilidade e sossego
2) Número 1 OK; e 2 só em situações de urgência máxima
3) Número 1 com tranqüilidade
4) Só para o número 1 em situação de urgência - e sem encostar em nada
Começo com o Bella Banoffi, um café/confeitaria/restaurante muito gostoso situado no Alto da Rua XV.

Eu sou super suspeita pra falar de lá - assim como de todos os outros lugares que freqüento - mas a vida é assim mesmo, a gente vai nos lugares que gosta de ir.

O visual do Bella é retrô e aconchegante, você se sente à vontade para passar a tarde toda jogando papo fora. O pessoal que trabalha lá é super simpático, depois de umas duas vezes que você apareceu já é de casa. As comidinhas são fantásticas, tenho várias fotos aqui se quiser conferir.

O banheiro de lá é, apesar de minúsculo, bem limpinho e cuidado. Nunca encontrei nada fora de funcionamento, papel em falta ou espalhado pelo chão. O ponto negativo é que não existe grande separação entre o masculino e feminino (são bem coladinhos e dividem o hall de entrada), além de haver apenas um vaso para cada.

Classifico como grau 2 porque, ainda que seja um só vaso, o movimento só é forte na hora do almoço, durante o resto do dia é bem tranqüilo. E além disso, urgência é urgência. Vai fazer o quê, usar a moita?

Se quiser contribuir, é só apitar! E se você não for de Curitiba nem de São Paulo, crie também a sua série!

Serviço:
Café e Confeitaria Bella Banoffi
Rua Itupava, 1091
Alto da Rua XV
(41) 3262-0823
Funcionamento: de segunda a sábado, das 8h às 23h

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Chapéus: para dias mais frios

Esse chapeuzinho eu ganhei da minha querida tia Rachel. É tipo assim um boné charmosinho, e em dias frios é indispensável. Ele até que tem uma abinha na frente... mas eu sempre dobro ela pra cima, então fica mais com essa cara de touquinha do que de boné.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Dias de extrema irritação - Parte II: Mão-de-obra

Imagino que todos os meus (dois) leitores se lembrem do episódio da diarista que me deixou um bilhete dizendo que não iria mais trabalhar lá em casa. Isso depois de 2 anos de serviço, e eu sempre a ajudando em tudo o que podia. Mas isso não vem ao caso.

Não gosto de acusar, principalmente quando não há provas, mas tem certas coisas que não deixam dúvidas. O fato de que garrafinhas de óleo da Natura não saem voando, por exemplo. Ainda que ela ficasse dentro do box, não creio que tenha se sentido deprimida a ponto de se atirar pela janela. Também sei que não foi quebrada - o cheiro levaria meses para desaparecer. Então... para onde foi?

Mas não é nem esta a questão aqui, já dei a paradinha como perdida.

O que me espantou foi quando comecei a dar falta das minhas meias. MEIAS!

Cheguei pro gatinho e disse "Cara, vou falar uma coisa que sei que vai soar ridícula." "Fala." "Eu acho que a Jacira roubou minhas meias." "É, isso realmente é ridículo.".

Sem querer perguntar se ridículo era o fato de minhas meias terem sumido ou de eu desconfiar que a diarista as tinha levado, fiquei pensando se não era neura minha, afinal de contas agora tem uma diarista nova em casa (não, não foi ela. Esta é caseira do meu avô há quinhentos anos e tem muito a perder se fizer uma besteira dessas) e de repente ela não sabe bem onde vão as coisas, ou não deu tempo de lavar, sei lá.

Fiquei na minha e esperei mais uma semana pra ver se as meias apareciam.

Nada.

Indignada, revirei minhas gavetas, o cesto de roupas sujas, o cesto de roupas limpas, o varal.

Nada.

Daí percebi que tinha uma meia do brodinho na minha gaveta e pensei: "Ah, de repente ela colocou na gaveta dele!".

Então cheguei pra ele e perguntei: "Alex, tem alguma meia minha na sua gaveta?"

Ao que ele respondeu: "Não, e também não estou encontrando as minhas."

Como diria o Alex...

¬¬'

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Dias de extrema irritação - Parte I: Tecnologia (?)

Chego em casa pensando: "Ah, que legal, finalmente em casa, vou fazer um bolinho e ficar na boa, tranquilinha."

Ahã. Té parece. Chega o brodinho com a excelente notícia: "O técnico da Net acabou de sair e o serviço acabou de pifar." "Qual serviço?" "Todos!".

Notem aqui meu tom de desespero, pois assino o NetCombo: TV, Banda Larga e NetFone. Em outras palavras, Net fora do ar significa isolamento total. Levem em conta que os serviços contratados de banda larga e tv eu uso para trabalhar, e não para diversão. Queda do serviço para mim é morte certa.

Ok. Brodinho se sentindo culpado até o último fio de cabelo porque quem chamou a Net foi ele, eu ainda tenho que acalmar a criança antes de ir resolver a parada. "O técnico deixou um telefone?" "Não." "Como não? Deixou um papel do serviço?" "Não." "Como não?"

Ligo então para a Net, sem a menor esperança de resolver o problema rapidamente e gastando celular, já que meu telefone... é da Net, e não está funcionando. Após alguns berros e muita irritação por ter que esperar a atendente fazer os testes obviamente inúteis, pois o problema era nos cabos (o técnico foi justamente trocar os cabos. Antes de ele chegar tudo funcionava, quando ele saiu, levou o serviço com ele. Onde será o problema?? Hein?? Precisa da ajuda dos universitários?).

Finalmente ela me diz que vai agendar uma visita técnica ("como assim, o técnico acabou de sair daqui! Liga pra ele e manda voltar!" "Não é assim que funciona, minha senhora, ele tem uma agenda a cumprir e já está a caminho do próximo cliente." "MAS ELE NÃO TERMINOU AQUI!! ESTÁ PIOR DO QUE ANTES!!" "...") para sexta-feira. SEXTA-FEIRA! Claro que ela ouviu mais alguns berros e reagendou para quinta (hoje). O que não resolve meu problema, mas ameniza...

Meanwhile, o brodinho feito louco correu lá embaixo e encontrou os cabos que o técnico jogou fora, trouxe pra casa e substituiu os novos.

Funcionou?

Não!

Tá, não eram os cabos.

Daí o que ele fez? Ao invés de conectar o cabo ao divisorzinho na parede (que o técnico colocou, claro), ele plugou diretamente no modem.

Funcionou?

Sim! Eba!!

Tá, o problema realmente não era nos cabos... era no divisor.

Brodinho cata um divisor de aproximadamente 150 anos de idade lá do quarto dele e consegue restabelecer (máomeno, né) todos os serviços... temporariamente. Duas horas depois já tinha caído tudo novamente.

Saco.

Abandonei o corpo total. O técnico vai lá hoje e eu passo o dia todo no escritório mesmo.

Para que serviu essa odisséia toda? (além de me irritar, claro...)

Não é a primeira vez que a Net me decepciona. Meu telefone vive ficando mudo, a cada 2 dias tenho que reiniciar o modem para que a banda larga funcione direito. A TV... well... essa não incomoda. Mas também, essa eu não uso tanto. É mais pra trabalho mesmo.

Final das contas, estou em busca de um serviço para substituir a Net. Pelo menos o telefone e a banda larga.

Já tenho dois testemunhos, um em favor da GVT e outro contra a Brasil Telecom (hehehe).

Alguma sugestão?

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Chapéus: Para dias frios

Começando uma pequena série com os meus chapéus, boinas, toucas, bonés... enfim, coisas que a gente enfia na cabeça, sacumé.

Esse cara aí mora na minha sala. Trabalho de Rafael Guedes (procurei qualquer coisa dele pra linkar aqui mas parece que tem uns quinhentos homônimos, então não rolou. Se quiser encontrá-lo, vá à feirinha do Largo aos domingos). Tenho dois outros quadros da figura, adoro.

Adoro essa touquinha, acho super menininha, a minha cara (HAHAHAHA quem conhece sabe). Ruim é o cabelo, que fica amassado embaixo de qualquer chapéu...
E sim, fui eu que bati a foto, trocentas caras e bocas até sair uma postável.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Já se passaram 17 anos...

... mas às vezes parece que foi uma vida toda.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Pancadas

Moro na região central de Curitiba há 10 anos. Durante este período, já perdi a conta de quantos acidentes de trânsito vi, ouvi e "previ" no cruzamento das ruas Vicente Machado e Visconde de Nácar. Os sinaleiros sempre estão lá em perfeito funcionamento, mas parecem ser sumariamente ignorados...
A esquina poderia ser chamada de "amaldiçoada", mas a culpa é mesmo dos motoristas.

Na última sexta-feira, 29 de agosto, consegui fotografar duas mancadas automobilísticas.
A primeira, mais grave, aconteceu por volta das 16h30. Uma condutora, completamente desatenta, fez uma conversão proibida e teve o carro arrastado por um ônibus. Como sempre, os curiosos se aglomeraram em volta do acidente e até os operários de uma obra ao lado deram uma paradinha para apreciar o estrago.





A segunda foi às 23h - horário clássico para um bom encontrão, quase sempre com a participação de algum embriagado.





Nenhum motorista foi ferido durante a produção destas fotografias.
Por sorte... Pura sorte...