sábado, 30 de agosto de 2008

[sic]

Acho bonitinho como quando se transcreve um texto da autoria de outrem, coloca-se [sic] onde o mané escorregou na maionese. Parece querer dizer: "O doente que escreveu isso aí não fui eu!"

Não é o caso hoje... hoje é sick mesmo.

Crap.
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Chai com CDs no Hacienda!

Ontem aconteceu uma coisa muuuito legal...

Eu e o Ale fomos ao Hacienda Café, um lugar muito legal onde não íamos há tempos (acho que estamos presos no círculo Bella - Hoo - Sibila - Bella - Hoo - Sibila... precisamos voltar a frequentar os outros lugares que também adoramos!).

O engraçado do Hacienda é que, quando você vai lá pela primeira vez, pode até ficar um pouco apreensivo com a quantidade de Harleys estacionadas à frente, ou com a quantidade de peças de couro e tatuagens à mostra, ou com a cara de malvado do Cana, proprietário do estabelecimento (que só pra dar um "plus a mais" tem um vozeirão que parece vir já amplificado). Mas é só passar alguns minutinhos lá dentro que você logo percebe... é um café de família. As pessoas são super simpáticas, e pra ficar fã do lugar é um pulinho. Vira e mexe tem até uma criancinha que uma mamãe ou um papai trouxe montando um quebra-cabeça no canto. Isso é muito legal. Só pra dar uma idéia, é o tipo de lugar onde eu poderia levar tanto meus amigos quanto meu pai!


Matamos a saudade do Chai Latte (que até onde eu sei não se encontra em outro lugar em Curitiba - eu com um, o Ale com TRÊS) e do sanduíche vegetariano da casa, que eu adoro. Foi o perfeito encerramento para um dia totalmente junk food - o corpo tava pedindo uma alfacinha. rsrs


O Cana fez uma ceninha porque a gente não aparecia há muito tempo. Magoou, tadinho. rsrs


E a noite foi muito legal porque o Ale encontrou um amigo que não via há tempos (o Noel) e colocou o papo em dia. E esse amigo conheceu minhas músicas (a espertinha estava com o iPod e uns CDs na bolsa hehehe) e acabou comprando um CD! Por essa eu não esperava!

Noel ouvindo o CD... olha a cara de concentrado dele... rsrs

Depois que o Noel se mandou, o Cassio (um juiz motoqueiro - adoro essa combinação!) sentou conosco e ficou um bom tempo batendo papo, também ouviu as músicas e - olha só - vendi outro CD! Fiquei tão orgulhosa de mim! rsrsrs


O Primo (sobrinho do Cana, abduzido do Paraguai - acho que não mencionei que o Cana é paraguaio!) também ouviu o CD e gostou muito.


Acho que esse povo tá é fazendo média... hihihi

Fiquei bem feliz de ter ido lá. Não só por ter vendido os CDs, mas porque estava com saudades do lugar e das pessoas também. Temos que voltar logo!
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Isso não se faz com uma pessoa de bem!

Tá lôco, isso não se faz com uma pessoa de bem.

Chego eu no escritório, regimão em dia, tudo beleza.

Daí me aparece o Ítalo com pão de queijo... "Não, obrigada, eu já tomei café...", mas ainda assim fica o pacotinho na minha mesa. Ah, isso não se faz.

Saio para o almoço e resolvo acalmar as lombrigas que andam pedindo junk total há vários dias: McDonald's, é claro.

Pelos menos consegui lembrar que era dia de farra no escritório, então segurei a onda na hora da sobremesa.

De volta ao escritório, meio de tarde, o andar de baixo chama o andar de cima para a farra.

Tá, essa já estava nos planos... mas ainda assim acaba com a dieta de qualquer um.


Resignada a ter que fazer regime no final de semana, volto ao trabalho.

Passam-se uns 30 minutos e a Gi liga aqui - "Descam pra comer uns docinhos que o Gilson trouxe!"


Ah meu, isso já é sacanagem. Isso não se faz.

E o pior... acabo de lembrar da torta de brigadeiro na minha geladeira...

É, já vi tudo. Regimão entrando forte no findi.

Isso não se faz.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Passageiro

Neste mar de palavras, as minhas serão rapidamente esquecidas.

Quão efêmero é um post...

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Me likes it. Me wants it. Me neeeeeds it!

Mas é bom acalmar as lombrigas que eu agora não tô podendo...

Esses caras só se ferram...

Não que eu seja assim uma pessoa politizada, engajada no enriquecimento do país ou na preservação ambiental, ou até mesmo... well... informada.

Mas sério mesmo, esses caras só se ferram.

Sem combustível para frota, agentes do Ibama fiscalizam a pé

Devido à não renovação do contrato para fornecimento de combustível à frota de veículos, agentes da superintendência do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e de Recursos Naturais Renováveis) em São Paulo fizeram uma fiscalização a pé.

Fiscalização está prejudicada pela falta de apoio, diz Ibama
O chefe de Fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no Amazonas, Adilson Cordeiro, afirmou que a fiscalização do desmatamento nas 30 unidades federais de conservação do Estado está prejudicada pela falta de apoio dos servidores do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade do Amazonas (ICMBio).

Parecer contrário do Ibama para Santo Antônio é ignorado
O governo atropelou um parecer da equipe técnica do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) ao autorizar o início das obras da usina hidrelétrica de Santo Antônio -a primeira do complexo do rio Madeira, em Rondônia. O órgão era contrário à liberação das obras.

Tadinhos.

domingo, 24 de agosto de 2008

Smoking Gun

Como disse o Martins, do Livro e Afins,
devia ser usado em campanhas.

Perfeito.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Grande demais?

Acho que estou escrevendo posts grandes demais. Nem eu leria o que escrevi abaixo... rsrs

1000 cópias na minha sala, e agora?

Este CD foi produzido, em todas as suas etapas, com muita calma. Em diversos momentos fui pressionada por alguém, por algum motivo, para que tivesse mais pressa em determinada etapa, ou que adiantasse uma enquanto realizava outra.

Não fiz nada disso. Este foi um projeto que surgiu inesperadamente, a idéia nem foi minha, e se nem o meu patrocinador tinha pressa, não ia ser por causa de outra pessoa que eu iria me apressar.

Durante a gravação houve mudanças na minha vida que atrasaram ainda mais o processo, mas em momento algum fiquei ressentida por isso, pois não tendo pressa para terminar o CD e pude me dedicar a tudo o que queria, dando a devida atenção tanto ao CD quanto às pessoas e fatos que ocorreram.

Foi um processo gostoso, em sua maior parte divertido e emocionante. O CD foi gravado com composições novas e antigas, de diversas fases da minha vida e, por jamais ter tido pretensão de se tornar uma compilação, de estilos extremamente variados.

Enquanto gravava as músicas no estúdio fiz as fotos para o encarte, mas só o produzi depois que as gravações já haviam terminado. Depois de terminar o encarte, com o qual fiquei muito satisfeita, entrei em contato com a empresa que faria a prensagem das cópias... and then all hell broke loose.

Durante três intermináveis semanas, tive que discutir sobre as "informações obrigatórias" do encarte e da bolacha, o que me levou a quase mandar a empresa contratada à p*ta que os pariu. Foi a única etapa estressante do CD, e afirmo categoricamente que jamais trabalharei com aquela empresa novamente. Quer saber qual empresa? Cooperdisk, representada em Curitiba pela Fonomídia. Não quero saber de nenhuma delas.

Depois de toda a discussão sobre o maldito texto, e posteriormente a da tipografia que "precisava" ser utilizada neste, o material foi produzido sem que eu recebesse as provas que me foram prometidas.

Fiquei satisfeita com o material?

Não.

Existe uma alteração de cores nas fotos do encarte que chega a parecer que fizeram de propósito, só de birra.

A bolacha, ponto de maior discussão na última etapa, puxa para uma cor que nem sequer existe no encarte. O "texto obrigatório", tão discutido, ficou praticamente ilegível - o que é basicamente o que eu pretendia, mas não justifica o trabalho porco da serigrafia.

Mas isto só quem percebe foi quem planejou o encarte - ou seja, eu. Por isso, decidi que não vou me estressar com o assunto. O importante agora é que existem 110 kgs de CDs na minha sala... e eu preciso me livrar deles.

Hora de planejar

- O que eu preciso fazer agora?
Sentar e definir para quem estes CDs serão entregues, quais serão distribuídos, quais serão colocados à venda.

- Onde distribuir?
Em locais públicos em que ele possa ser tocado, em cafés e restaurantes, em rádios, em gravadoras. Preciso fazer uma lista de locais e pessoas, para pelo menos tentar manter a coisa organizada.

- Onde e como colocá-lo à venda?
Em consignação em lojas de CDs e livrarias.
Onde mais?
Não sei.
Como fazer isto?
Sei lá.
Já sei que precisarei de um código de barras, que é outra coisa que ainda não sei como conseguir (pelo que vi no site, a empresa que fabricou os CDs faz... HAHAHAHA PREFIRO MORRER!). Mas isso se resolve com um pouquinho de pesquisa.

Enquanto isso, faço a distribuição familiar (lógico) e para os amigos.

Estabeleci dois preços para o CD: um para quem comprar comigo (R$ 15,00) e um para quem comprar em loja/livraria (R$ 20,00). Afinal de contas, uma Saraiva da vida leva 50% do valor de venda do CD só por fazer o favor de expô-lo em sua loja, sem risco algum - é, consignação é assim, o risco é só meu.

O pior é saber que mesmo que eu vendesse cada um dos CDs fabricados, sem dar nenhunzinho para família e amigos, por R$ 20,00 cada (ficando com o valor total, sem loja no meio), nem assim cobria os gastos do projeto. Ridículo.

Mas tudo isso é só pra perguntar:

"Vai aí um cdzinho aí? Quinzão."

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Dirigindo em Curitiba em dia de chuva

Dirigir em Curitiba em dia de chuva é um inferno. Não que em dias lindos e ensolarados seja assim tão melhor... mas em dia de chuva, vou te contar, é uma aventura. Parece aqueles livros em que nada acontece por páginas e páginas (trânsito completamente parado, ou na velocidade de lesmas), mas existe sempre aquela tensão, o pressentimento de que algo vai acontecer a qualquer momento (o carro vai andar).

Que está cheio de estrangeiros na cidade a gente sabe... e eu até já falei rapidamente sobre isso: os que acrescentam são bem-vindos. Turistas, however, FORA!

O problema é que cai uma chuvinha, todo mundo tira o carro da garagem - especialmente os motoristas de final de semana. Esses são realmente os piores, que já estão assim mais ou menos acostumados com o trânsito no final de semana, então imagine em rush hour debaixo de um chuvaréu. Qualquer susto é um pé no freio.

Pesquisas mostram que mais de 200 carros novos são vendidos diariamente em Curitiba. Isto significa, basicamente, trânsito pior a cada dia. Tá certo - elas não mostram quais carros são na verdade trocados por novos... mas ainda assim, alguém provavelmente vai comprar aquele carro usado, o que nos leva ao mesmo problema.

O transporte público de Curitiba... well, dizem que é bom, dizem que é ruim, eu digo que não faz a menor diferença: não vou andar de ônibus, ele tira minha liberdade de locomoção. Sem contar que é meio (bem) sujinho.

Daí vem aquele papo: rodízio. Hah, até parece! Agora é o cidadão que tem que pagar pela falta de estrutura da cidade? Se o governo não tem capacidade para proporcionar um bom sistema de trânsito, ele que não incentive a venda de carros.

Então partimos para as soluções:
1 - Bem, uma idéia boa seria mudar o sistema de cobrança dos impostos sobre veículos... em países inteligentes, quanto mais novo o carro, mais barato o imposto e vice-versa. Isto faz com que não seja tão vantajoso andar com uma lata velha na rua.
2 - Vamos parar de incentivar o turismo? Hein? Que tal? Será que não já temos pessoas e carros o suficiente na cidade?
3 - Vá trabalhar você de ônibus, porque eu é que não vou. hehe
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domingo, 17 de agosto de 2008

Aparecendo offline

Ele, aparecendo offline:
"Que droga... por que é que ela não aparece?
Queria tanto falar com ela..."

Ela, aparecendo offline:
"Que droga... por que é que ele não aparece?
Queria tanto falar com ele..."

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Oh Happy Day!

Tente imaginar isso com aquela melodiazinha tocando.

Oh happy daaaayyyy...
Oh happy daaaayyyy...

Yay!!!
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Não deixe por menos

Eu tenho um Ford Fiesta preto. Eu queria um champagne, não um preto, mas o vendedor disse que se eu levasse o preto, teria de graça rodas de liga leve e sei lá eu o que mais. É claro que eu não lembro o que mais, afinal de contas, sou mulherzinha e não preciso entender de carro. But that's beside the point.

"Os itens adicionais vão agregar valor ao carro na hora da revenda", pensei. Então aceitei levar o carro preto, mesmo querendo o champagne.

A partir do momento em que tirei o carro da concessionária, passei a ver Fiestas pretos em todos os lugares. Pode até ser que eles sempre tivessem estado ali, mas antes eu não tinha reparado nisso. Comecei a achar meu carro "comum", tipo tem um em cada esquina.

Na primeira vez que vi um Fiesta champagne na rua, o primeiro pensamento que me veio à cabeça foi: "Era esse o carro que eu queria.". Não que eu me sinta mal com o carro que tenho... afinal, a única diferença é a cor. E o meu ainda tem as rodas de liga leve, e sei lá eu mais o quê. That's beside the point. A questão é que... agora, toda vez que passa um Fiesta champagne, eu penso: "Era esse o carro que eu queria.". E olha que não passam muitos - o que é pior, porque assim ele não parece ser um carro tão comum quanto o meu.

Ninguém me obrigou a levar o carro preto, eu aceitei a proposta que me foi feita. Na hora, era uma bobeirinha, era só a cor. Talvez hoje eu fizesse a mesma coisa... e seria um erro novamente.

Em tantas situações acabamos levando um produto/serviço que não é exatamente o que queremos, e por tantos motivos: pressa de receber o material, pressa de ir embora, falta de atenção, um desconto (mesmo que você não precise dele), a preferência de outra pessoa.

Você nunca escolheu um prato em um restaurante só porque alguém insistiu que experimentasse, mesmo querendo escolher outro? Eu sempre me arrependo.

E arrependimento é uma desgraça. Faz com que você olhe o carro que passa na rua e pense: "Era esse o carro que eu queria.".

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Coisas da vida

Olha só como são as coisas...

"Olá Barbara,

Eu não vou poder trabalhar mais pra você, sabe aquele trabalho que eu estava esperando, me chamaram para começar amanhã das 16:00 às 23:40.

É aqui perto na Americana da locadora, seria ótimo eu continuar mas estou devendo para as senhorinhas e não consigo trabalhar todos os dias.

Olha, a Cleonice quer trabalhar no meu lugar você ligue pra ela e combine, a chave vou dar para a Hilda.

Obrigada por tudo.

Qualquer coisa me ligue.

Felicidades para você, gostei muito de ter trabalhado aqui em sua casa.

Desculpe qualquer coisa!

Jacira"

Agora entendi o motivo do atraso...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Coisas do dia-a-dia

"Jacira

Já são 9 horas e você ainda não chegou, o que é incomum. Acredito que o atraso seja por causa da tempestade de ontem à noite. Espero que não tenha acontecido nada na sua casa, sei que nas áreas um pouco mais afastadas da cidade quando chove demais acaba havendo inundações.

Caso você venha hoje, preciso que faça algumas coisinhas:

- A água da pia do meu banheiro está subindo de novo... não sei o que acontece, pois vc desentupiu há pouco tempo. Por favor dê uma olhada.

- O congelador ainda não consegui esvaziar para descongelar... o sorvete que está lá já fez aniversário, eu sei, e com certeza nem vou tomar. Vou ver se consigo fazer uma limpa para a próxima semana.

- Não consegui mandar arrumar o aspirador ainda, liguei para alguns lugares e eles não trabalham com isso. Mas me indicaram um lugar que talvez faça, preciso passar lá assim que tiver um tempinho.

- As coisas que estão fora da geladeira, ao lado do lixo, pode jogar fora mesmo. Ou já estão vencidas, ou eu já não tenho mais coragem de comer. hehehe

Se precisar comprar alguma coisa, por favor deixe a listinha no lugar de costume que eu passo no mercado.

Espero que esteja tudo bem na sua casa.
Se você não puder vir hoje, não tem problema.
Pode ler este recado amanhã.

Barbara"

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Afinal de contas, é gente boa... mas é ladrão.

Ontem à noite, quase em frente ao Hoo Café Alameda (Al. Augusto Stelfeld, 1527 - Batel), meu carro foi roubado. Quer dizer, o carro não foi levado, mas sim o som e o estepe.

O que mais me espantou não foi o fato de o carro ter sido roubado... foi o fato de eu só ter percebido isso quando apertei o botão do controle para abrir as portas... e ouvi aquele sonzinho seco, que faz quando vc tenta abrir uma trava já aberta. Sabe quando você ouve aquele som e meio que congela? Tipo, pára no meio do passo e pensa: "Oh, crap".

Ok, então vamos ver qual foi o estrago.

Entro no carro e... se eu não estivesse procurando, não teria encontrado. Provavelmente levaria horas para perceber que o som não estava ali, e a ausência do estepe só descobriria quando fosse fazer compras... ou quando precisasse dele.

Trabalhinho cirúrgico.

Entraram sem deixar um arranhão, sem quebrar o vidro, sem estragar a fechadura.

O som foi removido, certamente, com a chavezinha própria para isso, pois o painel está praticamente intacto. Praticamente porque é claro que houve um arranhãozinho, que eu tive que procurar para encontrar. Daqueles que ficam quando a gente faz as coisas com pressa, mas que desaparecem quando o novo som é colocado no lugar.

O estepe tenho certeza que só levaram por causa do "botão caro" (inside joke) do carro - aquele que abre o porta-malas. Foi cuidadosamente retirado, e deixaram para trás a rosca que prende a roda, assim como o macaco, o triângulo e os meus pertences. É claro que não tinha nada de muito valor, mas tem aqueles ladrões fiadap*ta que não querem nem saber, saem levando tudo e depois avaliam o conteúdo.

Eu não sou uma pessoa estressada. Aliás, vi o episódio pelo lado bom - o carro além de estar ali me esperando, estava inteiro. E ninguém se machucou (mentira. Espero que o ladrão tenha se machucado - afinal de contas, é gente boa... mas é ladrão). O Ale - um pouco menos calmo do que eu - deu umas 3 ou 4 voltas no carro procurando o dano... e não encontrou, claro. Mas também não ficou estressado.

Ficar sem o som não me preocupa nem um pouco... já passei 2 anos sem som no carro da última vez que me levaram um. O pior é o estepe... que era zerinho. Se o carro fosse velho, eu comprava qualquer coisa pra colocar no lugar... mas carro novo tem que ter estepe novo. E, agora, alarme e insulfilm novos também. É, vai uma graninha.

Meu único consolo é que o ladrão possivelmente ainda não sabe - mas levou um aparelho com defeito. Ele às vezes, quando está de muito bom humor, toca o começo de um CD... e então trava. Tipo, o CD é meu e não devolvo. Tem que reiniciar a maquininha pra ele devolver. O que funciona bem, realmente, é a portinha USB. Eu só ouvia música pelo pen-drive.

Fico na esperança de que ele tenha roubado o aparelho para trocar por drogas, que o traficante descubra o defeito depois e que venha acertar as contas.

Afinal de contas, é gente boa... mas é ladrão.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Meu aniversário!

Eeeeee, ontem foi meu níver, fomos ao Bella Banoffi tomar um café (que acabou virando meu jantar! hahaha)!

Foi muito legal, eu cheguei lá às 18 hs, o povo foi chegando aos poucos e acabamos ficando até umas 22 hs!

Compareceram (por ordem de comparecimento, mesmo... hehe) a Théia, a Pri, o Ale (mine! mine!), o Ale (Martins) e a Julinha. Levei o cano da Carô e da Millene. Oh well, fazer o quê. Their loss! rsrs

Muitas muitas muitas fotos tiradas... é claro que a gente seleciona e posta só as melhores, que são sempre poucas! rsrs Mas como eu estava na pregui de fazer uma galeriazinha, ficam só os highlights por aqui. O resto depois eu coloco no Orkut.

É, eu sei.
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